sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Rolim de Moura sedia I Encontro das Agroindústrias da Zona da Mata a partir desta sexta-feira



Rolim de Moura sedia I Encontro das Agroindústrias da Zona da Mata a partir desta sexta-feira

Postada em 24/08/2016 23:12hrs
FonteDa Assessoria para o Rolnews


Na próxima sexta-feira (26), a partir das 9h, a população e produtores da Zona da 
Mata terão a oportunidade de conhecer melhor os produtos das agroindústrias instaladas 
na região, formada pelos municípios de Santa Luzia do Oeste, Alto Alegre dos
 Parecis, Alta Floresta, Novo Horizonte, Nova Brasilândia do Oeste, Castanheiras e Rolim 
de Moura.
O I Encontro das Agroindústrias, que será realizado na av. 25 de agosto, em frente ao 
Tudo Aqui no município de Rolim de Moura, é uma iniciativa do Governo de Rondônia 
com objetivo de fortalecer o segmento na região por meio da agregação de valor à
 produção dos agricultores familiares.
Organizada pela Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog),
 por meio da Secretaria Executiva Regional de Rolim de Moura, a ideia será 
proporcionar novas alternativas de trabalho e renda, sendo apresentada à 
sociedade e ao setor comercial. A feira contará com a participação de 17 Agroindústrias 
regularizadas e que já comercializam os seus produtos para todo o estado.
Além de servir como vitrine para que o comércio e consumidor final conheçam e comprem
 os produtos já disponíveis pelas agroindústrias, a feira vai fomentar a competitividade 
sustentável e fortalecerá a agricultura familiar com o estímulo a venda dos produtos.
A programação prossegue até o sábado (27), das 9h às 18h, e contará com palestras 
de diversas instituições, entre elas estão a Secretaria de Agricultura (Seagri), Serviço de 
Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional da Indústria (Senai),
 Banco do Povo, Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Empresa de Assistência Técnica 
e Extensão Rural (Emater) e o Território da Cidadania. Será também o momento dos
 produtores conhecerem sobre as linhas de créditos disponíveis e adquirir informações
 técnicas e práticas de como montar a própria agroindústria e conseguir apoio total para 
empreender com ajuda das instituições que estarão disponíveis para ajudar.
Para o secretário regional executivo do Governo do Estado, Iloir Miguel (Kiko), a ação
 será uma excelente oportunidade para o produtor rural e comerciante da região 
conhecer de perto como funciona e como montar sua própria agroindústria. “Eles também
 poderão realizar boas compras e constatar de perto a qualidade dos produtos que são
 produzidos na região”, destacou o secretário.
O evento conta com a parceria de todas as associações comerciais da Zona da Mata, 
além das prefeituras municipais, Emater, Sebrae, Unir, Fiero e Instituto Abaitará.

Coerência é tudo

“Ela não tem culpa do pai que tem”. (Manoel Cruz, presidente do PP regional em Duque de Caxias, explicando que o partido que tem um Paulo Maluf na Câmara dos Deputados não vê nenhum motivo para constrangimento em ter entre os candidatos que disputam uma vaga na Câmara Municipal Fernanda Izabel da Costa, filha de Fernandinho Beira-Mar)

Por: Augusto Nunes  

O que são as pedaladas fiscais?

 

As pedaladas fiscais são como ficaram conhecidos os atrasos da União no repasse para bancos estatais cobrirem despesas com programas públicos e empréstimos com juros subsidiados.
Na visão dos críticos do governo Dilma, essas operações foram usadas em grande volume na sua gestão como forma de aumentar os gastos públicos acima do que a arrecadação de receitas permitia.
O grosso das "pedaladas" ocorreu em 2013 e 2014, mas a denúncia é focada no atual mandato, em atrasos registrados em 2015, dentro do Plano Safra.
Nesse caso, a União demorou a repassar ao Banco do Brasil recursos para cobrir empréstimos subsidiados concedidos a agricultores.
De acordo com o relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), aprovado na comissão especial de impeachment do Senado, o governo Dilma fez em 2015 pagamentos ao Banco do Brasil que incluíam valores atrasados desde 2008.
Segundo esses dados, o passivo da União era de R$ 10,94 bilhões em 31 de dezembro de 2014 e subiu para R$ 15,27 bilhões em 2015 (sendo R$ 1,13 bilhões relativos a juros sobre o valor devido anteriormente e R$ 3,2 bilhões relativos a novos atrasos registrados no ano passado).
As principais questões que precisam ser esclarecidas no caso das "pedaladas" são se esses atrasos podem ser classificados como operações de crédito (empréstimos entre a União e o Banco do Brasil) e se Dilma pode ser diretamente responsabilizada por essas operações.

Pedaladas são empréstimos?

A LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) proíbe que a União pegue recursos emprestados com bancos que ela controla, caso do Banco do Brasil. Segundo o relatório de Anastasia, essa proibição busca "evitar que a promiscuidade de interesses leve as instituições financeiras a atuarem temerariamente na concessão de crédito, em benefício se seus controladores".
Além disso, aponta o relator, também tem a finalidade de não permitir que o governo realize gastos mesmo sem ter recursos em caixa, por meio "de empréstimos bancários temerários". Isso, argumenta o parlamentar, tem potencial de provocar um descontrole no endividamento público, afetando toda a economia por meio da alta dos juros.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

FLAGRA DE AEROPORTO

Magno Malta detona arrogância de Cardozo e cantilena de Lindbergh


Caminhar com fernando pessoa - por Romério Rômulo



um poema sobre um poema
é um massacre vivo
a tombar sobre a garganta das pedras.
escrever sobre a pedra
é um massacre tão sórdido
quanto dizer a palavra morte.
viver a morte
é o último apelo dos que não cabem nos ossos
estas matérias que me entrevam e ardem.

quanto de mim vai desvairar no espanto?

Pesquisador acredita ter achado 1° altar dos povos Incas no Brasil em Rolim de Moura

Pesquisador acredita ter achado 1° altar dos povos Incas no Brasil em Rolim de Moura
Um pesquisador autônomo de Rondônia pode ter descoberto o primeiro altar da civilização Inca no Brasil. De acordo com o especialista em georreferenciamento Joaquim Cunha da Silva, o santuário foi localizado em um sítio de Rolim de Moura (RO) e está sendo estudado desde 2009. Ao G1, o pesquisador diz que no local existem pedras com "bacias" que correspondem aos dias lunares e também em formato de pirâmide, com desenho de animais e pessoas. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) investiga a descoberta.
O pesquisador Joaquim Cunha da Silva, de 59 anos, é o responsável pela descoberta. Conforme o profissional em georreferenciamento, o altar fica dentro de uma propriedade rural e trata-se de uma pedra onde existem 29 "bacias" escavadas no topo da rocha. Ao lado, em uma pedra menor, foram localizados mais sete buracos do mesmo formato.
"Acredito que essas 29 bacias correspondem aos dias lunares e eram preenchidos com água  para servir de espelho, onde se via no reflexo as constelações e os  planetas. Já os sete buracos representavam os dias das semanas", diz.
O local, segundo o pesquisador, era provavelmente usado para rituais religiosos dos Incas, realizados sob o efeito de plantas alucinógenas. "Próximo do sítio foram encontrados pés da chacrona e do cipó mariri, que são plantas utilizadas em alguns rituais. Isto reforça a ideia que eles usavam o reflexo da lua nas bacias para planejar o futuro, fazer previsão sobre o efeito das ervas, de plantações e colheitas", aponta.
Joaquim revela que trabalha com pesquisas de sítios arqueológicos há mais de 30 anos e diz que as constelações e geoglifos [desenhos] encontrados em Rondônia são semelhantes aos que existem em Cusco, no Peru.
Ele afirma também que esse é o primeiro altar do tipo localizado no Brasil. "Já foram descobertos altares similares a esse, que pertencente à cultura pré-inca, inca e aruaque na Argentina, Peru e Colômbia, mas no Brasil é primeiro que se tem notícia", aponta.
De acordo com o pesquisador, próximo do altar foi localizado uma construção de pedra e terra, no formato de uma pirâmide, sendo que no topo da edificação existem desenhos de animais e pessoas. Ainda foram vistos no local resto de cerâmica e peças como machadinhas e facas de pedra. O espaço é ocupado também por um muro ou terraço, que segundo Joaquim, pode ter sido utilizado na agricultura.
Estudos
Joaquim Cunha explica que descobriu o suposto sítio arqueológico em 2009, por meio de imagens de satélite. Depois ele se juntou a outros pesquisadores e geólogos e realizou uma expedição até o local, onde foram confirmadas as evidências.
"Como não sou arqueólogo, não posso fazer escavação no local, então registramos tudo e comunicamos ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que no começo não deu muita atenção para a descoberta, mas depois pediu informações ao Ministério Público Federal (MPF)", expõe.
Ao G1, o Iphan informou que um arqueólogo foi enviado de Brasília até o sítio em Rolim de Moura para analisar a descoberta. Segundo o órgão, o material coletado está sendo analisado e o resultado dos estudos será divulgado em um relatório, que ainda não tem data para ser publicado.

Postada em 24/08/2016 16:37hrs
Fonte: doG1.globo.com


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

24 de agosto, 62 anos do suicídio de Getúlio Vargas e Café Filho assumia à Presidência da República

Há 62 anos, com o suicídio do presidente Getúlio Vargas, assumia à Presidência da República o potiguar Café Filho.
O dia mal havia começado, quando Getúlio Vargas decidiu tirar a própria vida. Esse gesto foi o maior golpe de marketing político da história brasileira. Até aquela manhã, o ex-ditador estava acuado. Acusado de proteger ladrões, e com seu irmão e o chefe da guarda pessoal envolvidos na tentativa de assassinato do principal líder da oposição a seu governo, a situação política de Getúlio Vargas era insustentável.
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Café Filho
O grande jurista e advogado Evandro Lins e Silva – que esteve à frente da defesa de alguns acusados do atentado da Rua Toneleros – declarou haver encontrado a melhor explicação para o suicídio de Vargas numa revista francesa, sob o título O suicídio como arma política. Nessa reportagem, segundo Lins e Silva, o autor mostrava que, com seu gesto, Getúlio Vargas tinha conseguido dominar, paralisar, desmoralizar a conspiração que pretendia alijá-lo do poder. Na verdade, isso aconteceu. Quem viveu aquele período e assistiu aos acontecimentos durante o dia, no Rio de Janeiro, tem a lembrança de que poucas vezes multidão igual saiu às ruas em apoio ao presidente.
Já no dia 25 de agosto de 1961, sete anos depois da morte de Vargas, Jânio Quadros renunciou, para surpresa geral de muitos (na verdade, ele tramava uma espécie de golpe bonapartista), após uma solenidade alusiva ao “Dia do Soldado”. Abriu-se uma crise; os ministros militares não aceitavam a posse do vice-presidente constitucional, João Goulart.
Agora, em agosto de 2016, o Senado da República vai decidir sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff.Resultado de imagem para suícidio de vargas
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Presidente Vargas em Natal com o presidente Roosevelt e o governador potiguar Rafael Fernandes e demais autoridades.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

EITA VIDÃO!

Blog Sete Candeeiros Cajá Cajazeiras na Paraiba é a terra natal do meu amigo, meu irmão camarada, Airton Pereira de Araújo, Paraibinha Advogado. Paraíba é cajazeirense nato e rolimmourense nato por adoção. Essa semana ele se encontra em Cajazeiras, fica lá uns 15 dias, com uma passagem por João Pessoa, onde seu irmão Josivaldo Pereira, Advogado, Jornalista e professor universitário é secretário municipal de imprensa. Saber viver é uma arte onde a gente que ser o artesão e nesse quesito saber viver, Paraibinha é um bom artesão. Bom descanso meu amigo, digo, boa curtição. Um grande abraço meu amigão, traga uma garrafa de serra limpa pra mim.

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Hoje foi o dia de visitas aos amigos e irmãos do Sítio onde nasci. Especialmente meus primos Gil, Nilton, André E meu amigo/irmão Valdemiro e Amélia. O Cardápio? Tilapia e Telinha de Capoeira. Vou voltar uns 5 quilos a mais.Rsrsrsrs

Homenagem ao paizão

DOIDO CUIDANDO DE DOIDO DA NISSO

VISITA INUSITADA

'O câncer não é caro, cara é a má gestão' alega Henrique Prata,diretor-geral do Hospital do Câncer de Barretos



'O câncer não é caro, cara é a má gestão' alega Henrique Prata,diretor-geral do Hospital do Câncer de Barretos
No momento em que a maioria dos hospitais filantrópicos reclama da falta de recursos e
 da queda na qualidade do atendimento, o Hospital de Câncer de Barretos recebe 
reconhecimento internacional e dá seguimento a planos de expansão do serviço para 
outros Estados, incluindo um centro de câncer na Amazônia com inauguração prevista para
 2017. À frente da diretoria-geral do hospital está Henrique Prata, de 63 anos, homem
 apaixonado pelo campo que concluiu apenas o ensino médio, mas transformou o pequeno
 hospital do interior no maior centro oncológico do País, responsável por 4.100 
atendimentos diários, todos pelo SUS. Em entrevista ao Estado, ele revela suas estratégias
 para driblar o subfinanciamento e critica as políticas governamentais da área. 
Como o Hospital de Barretos se especializou em câncer?
A história começou em 1962, quando meu pai e minha mãe, formados na USP, vieram 
para o interior para trazer uma medicina de ponta. Como meus avós moravam em Barretos,
 meus pais decidiram fundar aqui o Hospital Geral São Judas Tadeu. Só que meu pai viu que
 mais da metade das pessoas detectadas com câncer naquele tempo era encaminhada
 para a capital e voltava sem tratamento, seja por medo de ficar em São Paulo ou por falta 
de dinheiro para se manter lá. A maioria era gente simples, homem do campo. Meu pai, 
então, se compadeceu disso e transformou, em 1967, o São Judas Tadeu no primeiro serviço
 de oncologia do interior.
E como esse pequeno centro acabou se tornando um dos maiores centros de
 oncologia do País?
Meu pai criou um hospital com uma virtude considerada excepcional até hoje: equipe de 
médicos em período integral e com dedicação exclusiva que tomam as decisões de forma
 multidisciplinar. O grande diferencial é esse nosso formato de gestão, que dá condições
 para fazer uma medicina mais humanizada. O trabalho com dedicação exclusiva e o
 tratamento em equipe faz com que o médico não precise sair correndo para outro 
consultório. É um atendimento mais humanizado e com um acerto muito maior. Nós somos 
um hospital de referência não porque temos os melhores equipamentos ou os melhores 
médicos, somos de excelência porque é um hospital que pratica a medicina de protocolos
 de primeira linha, mas com humanização.
Como conseguem manter os médicos com dedicação exclusiva?
Primeiro, a gente paga bem, em média R$ 35 mil por mês para um médico que está há cinco
 anos aqui. Tem todo o campo de pesquisa também.
Houve um momento em que o sr. pensou em fechar o hospital, certo?
Pelo fato de meu pai ter um hospital altamente deficitário por atender o equivalente ao
 SUS na época, ele pegava dinheiro da minha mãe, que era filha de um fazendeiro, para 
cobrir a verba que faltava. Foi até o ponto de esvaziar o bolso da minha mãe e, mesmo
 esvaziando, ele ainda ficou insolvente, não conseguia mais pagar as contas nem com os
 médicos nem com os fornecedores. E é aí, em 1988, que eu entro na história. Entrei para
 fechar o hospital, mas acabei surpreendido numa noite que era a minha última reunião com
 a equipe médica. Depois da reunião, um médico me levou a uma sala e falou que se eu
 trocasse a luz de uma sala de curativo por um foco, ela poderia ser transformada em uma 
sala de cirurgia e eu salvaria mais vidas que ele e meu pai juntos, como médicos. Aquilo foi 
uma sentença na minha cabeça. No dia seguinte, acordei com certeza absoluta que eu 
também tinha uma missão de salvar vidas. O sonho do meu pai era construir um polo 
completo de câncer em Barretos, com 35 mil metros quadrados. Voltei na casa do meu
 pai e disse: ‘Olha, pai, ontem eu te disse que eu ia fechar, mas hoje eu resolvi te dizer
 que eu vou construir seu sonho’. Foi uma briga, porque ele achou que eu estava louco. 
Ele queria um fato concreto e eu criei um fato concreto, que foi a doação de US$ 10 mil de um
 primo. E, no fim, eu construí 120 mil metros quadrados.
Foi nesse momento que surgiu a estratégia do hospital de captar doações?
Foi. Nessa hora, meu pai brigando comigo, eu não tive criatividade de inventar, lembrei que
 o Sírio-Libanês foi feito pela colônia síria, lembrei que o Einstein foi feito pela colônia de
 judeus e pensei: ‘E se eu fizer um negócio de juntar a colônia dos fazendeiros aqui?’. Meu 
avô era um fazendeiro muito querido, deixou metade do que tinha para os pobres. 
Aí eu pensei: ‘Vou juntar todos os fazendeiros’. Daí eu estou saindo do escritório e vejo 
um primo meu que era o homem mais rico da cidade. Falei com ele e ele me doou US$ 
10 mil. Nessa equação surge minha força de conseguir recursos como eu consigo até hoje 
na sociedade. Hoje em dia faltam R$ 17 milhões por mês para custear os tratamentos.
 E para conseguir essa verba, eu uso a mesma lição daquele dia. Metade vem do
 incentivo fiscal do Estado e do governo federal e outra metade busco na sociedade com 
todas as formas de campanha que existem. Leilão de gado é o mais forte, chega a dar
 R$ 4 milhões por mês. 
O sr. disse que tem um déficit mensal de R$ 17 milhões. Mas qual é a despesa total
 do hospital?
A despesa total é de R$ 32 milhões, e eu recebo, entre tudo que eu arrecado entre governo 
do Estado e governo federal, R$ 15 milhões. O resto busco de forma alternativa.
Mas vocês não acumulam dívidas?
Vai faltando um pouco todo mês. Mas a cada seis meses eu vou no pescoço ou no coração 
dos políticos. Fechei os últimos seis meses faltando R$ 10 milhões no banco. Outro dia eu
 pulei no coração do Temer. Ele disse que vai me credenciar dois serviços que estão há seis
 anos sem credenciamento, em Jales e Fernandópolis. Os dois fazem 1.200 atendimentos por
 dia sem receber absolutamente nada do SUS.
E como surgiu essa história dos artistas ajudarem?
Eu pensei que se eu mostrasse nosso projeto para um famoso, eles poderiam dar bom
 exemplo e motivação. Eu achei que pondo o nome deles em alas e prédios do hospital, 
eu cativaria outros artistas. Começou com Chitãozinho e Xororó. Hoje eu tenho o problema
 de não ter mais onde pôr nome de artista. Tenho mais de 50 artistas fazendo show para o
hospital.
E as outras estratégias de arrecadação de doações?
As estratégias de arrecadação de doações não fomos só nós que desenvolvemos. Foram 
os pobres que foram atendidos por nós. Cada um criou a sua. Nós só organizamos. 
Tem 700 municípios fazendo evento para o hospital, e nós não fomos em nenhum município
 pedir para abrir um evento. A estratégia é tratar só por amor.
Quantos novos casos de câncer são atendidos por ano no hospital?
No ano passado, foram atendidos 14 mil novos casos de câncer. E estamos 
descentralizando. Estamos indo para a Amazônia, para outros lugares do interior, com 
serviços de prevenção e tratamento. Precisamos descentralizar um pouco porque hoje
estamos atendendo mais de 2 mil municípios brasileiros em Barretos. Isso está errado.
Por que a maior parte dos hospitais que atendem pelo SUS na área de oncologia 
não consegue oferecer um atendimento de excelência como o Hospital de Barretos?
Porque não existe nenhum estímulo para a criação de um programa para câncer no
 Ministério da saúde. E isso não é coisa de um ministro ou de um governo específico, 
aconteceu em todos. Eles não primam pela qualidade, não têm nenhuma compaixão 
pelas pessoas. Hoje, temos mais de 6 mil pacientes vindos da Amazônia para cá. Não 
tem nenhum incentivo de criar um centro lá para diminuir a distância desse povo. 
Ninguém criou uma rede estruturada, ninguém está se importando com a distância que as
 pessoas têm de se deslocar para tomar um medicamento. O País não tem nenhuma política 
de câncer.
O governo alega falta de recursos...
Não é só uma questão de falta de dinheiro. O câncer não é caro, cara é a má gestão.
 Vou te dar um exemplo: um câncer inicial de mama custa para o Hospital de Barretos
 R$ 10,2 mil, o que inclui cirurgia e radioterapia. O mesmo câncer, quando é avançado, 
custa R$ 150 mil. Ou seja, tem de ter política de saúde voltada para prevenção e detecção
 precoce do câncer. Se tivesse, não tinha esse volume absurdo de câncer avançado. 
E quanto aos medicamentos oncológicos que chegam ao mercado cada vez mais 
caros?
Tem de fazer testes de biologia molecular dentro da instituição para saber quem deve tomar
 determinado remédio. Você não pode dar para todo o mundo, porque para parte dos 
pacientes não vai ter efeito. Você tem de ter um serviço atrelado à pesquisa para dar 
essas respostas e não desperdiçar recursos. Aqui não tem chute, aqui é medicina exata.

Postada em 22/08/2016 15:12hrs
Fonteeconomia.estadao.com.br

EU TAMBÉM VOTO NELE

Candidato a Vereador Alisson Ferreira 45611

Santinho de Alisson  Ferreira - 45611 - Candidato a Vereador
Número
45611
Nome para Urna
Alisson Ferreira
Cargo a que Concorre
Vereador
Município
Rolim de Moura - RO
Partido
PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira)
Coligação
ROLIM NÃO PODE PARAR, CONTINUAR É PRECISO
Composição
PSD / PSDB / PRB / PT / PSDC / PP / PROS / PEN
Candidato a prefeito no município de Rolim de Moura pelo PSDB

Poema] : Verde significa..

 Mariana Goldfarb (Foto: Reprodução/Instagram)
Verde é esperança.
Verde é o carinho.
Verde é a lembrança.
Verde é o cheirinho...

Verde é Natureza,
Verde é companhia
Para mim é realeza,
a cor da erva daninha.

Cor de aliança,
entre a guerra e a PAZ
dentro do meu coração,
também isso faz...

Porque adoro a cor da natureza,´
A cor da realeza,
A cor da surpresa...:
Isto não é para a cor turqueza,
é simplesmente para quem gosta da cor:
VERDE!!!


A.M.


Leia ma 

Cientistas descobrem que pinheiro na Grécia tem mais de mil anos

Uma parceria entre as universidades de Estocolmo, na SuéciaMainz, na Alemanha, e Arizona, nos Estados Unidos, encontrou um pinheiro milenar, com 1.075 anos de idade, no norte da Grécia. De acordo com os pesquisadores, a árvore da espécie Pinus heldreichii é a mais antiga da Europa.Pinheiro foi encontrado na região norte da Grécia (Foto:  Dr Oliver Konter)
“É impressionante que esse organismo grande e complexo tenha sobrevivido tanto tempo em um ambiente tão inóspito, em uma terra que foi civilizada há mais de 3.000 anos”, disse o estudioso sueco Paul J. Krusic, líder da expedição que descobriu a árvore. Ela está entre mais uma dúzia de árvores no alto das montanhas da região.
Considerando a idade da árvore e onde foi encontrada, os cientistas têm batizado o pinheiro milenar de “Adonis”, uma homenagem ao deus grego da beleza e do desejo.
Do G1, em São Paulo

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Primeiro Shelby Cobra é vendido por R$ 44 milhões em leilão

22/08/2016 12h00 - 

  

Carro feito em 1962 ficou com Carroll Shelby durante toda sua vida.
É o modelo americano mais caro já vendido em leilão.

Do G1, em São Paulo
Shelby Cobra, CSX 2000, foi fabricado em 1962 (Foto: Divulgação/RM Sothebys)Shelby Cobra, CSX 2000, foi fabricado em 1962 (Foto: Darin Schnabel/RM Sothebys)
O primeiro Shelby Cobra da história foi leiloado por US$ 13,75 milhões, o equivalente a cerca de R$ 44,35 milhões na cotação da última sexta-feira (19), informou a casa de leilões RM Sotheby's.
O chassis CSX 2000, produzido em 1962, manteve-se em propriedade do criador Carroll Shelby durante toda sua vida. Quatro anos depois de sua morte, o modelo se tornou o carro americano mais caro já arrematado em um leilão.