sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Será 'entre ruim e trágico' se o STF reverter prisão após 2ª instância, diz Barroso

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso afirmou
 em entrevista à jornalista Miriam Leitão que será 'entre muito ruim e trágico'
 se a Corte reverter a prisão após condenação em segunda instância. O 
"Eu acho que essa discussão vai se colocar em algum momento e será entre muito ruim e trágico se o Supremo reverter essa decisão. Quando se passou 
a permitir a execução depois da condenação em 2º grau, pela 1ª vez, a 
imensa quantidade de ricos delinquentes que há no Brasil começou a evitar cometer crimes e a colaborar com a Justiça para tentar minimizar as suas 
penas", afirmou Barroso.
Segundo o ministro, a medida é eficaz para punir a criminalidade do 
colarinho branco. "Porque pobre é preso antes da sentença de 1º grau. Ele 
é preso em flagrante e não sai mais. Ele é preso com droga e não sai mais", completou.
Barroso citou ainda uma pesquisa encomendada por ele ao Superior 
Tribunal
 de Justiça. O levantamento revelou que apenas 0,62% dos recursos de advogados de defesa resultou na absolvição dos réus. "É menos de 1%. Portanto, você esperaria o julgamento pelo STJ, que por vezes demora uma década, numa hipótese em que a regra é que o tribunal mantenha a decisão 
da origem".

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Oito em cada dez brasileiros são a favor da intervenção no Rio

 
 
É o que mostra um levantamento exclusivo do Paraná Pesquisas
Veja.com
O Comandante Militar do Leste, General Braga Netto, durante entrevista coletiva sobre o decreto de intervenção no Estado do Rio de Janeiro 
A ampla maioria dos brasileiros apoia a intervenção federal no Rio de Janeiro. Pelo menos, é o que mostra uma pesquisa exclusiva do Instituto Paraná.
De acordo com o levantamento, 74,1% apoiam a iniciativa, contra apenas 20,5% que não concordam que os militares tomem conta da segurança dos cariocas. Ou seja, praticamente oito em cada dez brasileiros são a favor da medida.
A pesquisa vai além. Nada menos que 67,6% dos entrevistados afirmam apoiar uma medida como a decretada no Rio de Janeiro em sua cidade, em face dos 27,6% que não querem saber de intervenção alguma em seus domínios.

ELEIÇÕES 2018

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Contribuição

 

O sujeito bate à porta de uma casa e, assim que um
homem abre, ele diz:
- O senhor poderia contribuir com o Lar dos Idosos?
- Claro! Espere um pouco, que vou buscar minha sogra!

Papagaio cabueta

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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Sermões

 

Um frequentador de igreja escreveu para um jornal dizendo que não fazia sentido ir à igreja aos domingos. “Eu tenho ido à igreja por trinta anos”, ele escreveu, “e durante este tempo eu ouvi uns 3000 sermões. Mas não consigo me lembrar de nenhum deles.” Meu sofrimento é diferente do dele. Sofro porque me lembro.
Rubem Alves, in Ostra feliz não faz pérola

Intervenção ou caos.

 

Meu pai é carioca e tem 65 anos. Nasceu e foi criado na região de Ramos, limítrofe com o que hoje é o complexo do Alemão. Na época que ele morava lá não havia favelas, mas pequenos sítios onde as famílias criavam alguns animais e plantavam. Teve uma infância tradicional de subúrbio, subindo em árvore, jogando bolinha de gude, soltando pipa e aprontando na escola. Mesmo com essas memórias, ainda mais com meu avô que era um boêmio nato amante da noite carioca, meu pai simplesmente odeia o Rio.

O desgosto do meu pai com o Rio sempre foi malvisto por qualquer pessoa que eu comentava a respeito. O Rio, cidade maravilhosa, aquela do samba, do choro, carnaval e uma gelada, das praias, do arpoador, da baía de Guanabara e do Pão de Açúcar? Como assim? Mas, infelizmente, é também o reduto dos intelectuais que não pensam, aonde o cabide de emprego do funcionalismo público impera, o tráfico de drogas comanda e as milícias atuam em conjunto com o poder público. É a capital do Estado que elegeu Brizola, Moreira Franco, Nilo Batista, Marcello Alencar, Benedita da Silva, Anthony e Rosinha Garotinho, Sérgio Cabral e Pezão. Como amar o Rio?

O Rio está falido, quebrado, jogado às traças. No Rio as coisas não funcionam, os serviços são porcos, mal executados e demorados. O Rio é comandando por vários poderes paralelos com conexões poderosas na política que mantém o status quo custe o que custar. O Rio, mais do que qualquer cidade, fabrica "especialistas" que atuam na contramão de qualquer moralidade. São filósofos, sociólogos, psicólogos e outros que conseguem justificar o furto, o roubo e até o latrocínio como um ato de justiça social forçado. Protegem o criminoso, ignoram a vítima, banalizam o crime e subvertem os incautos.

Depois de tantos e tantos anos negligenciando as necessidades da cidade e do estado, vocês acham que uma intervenção federal não é, no mínimo, justificável? Eu, que não sou especialista em segurança pública, acredito que pior do que está não vai ficar. É um problema muito sério, difícil de resolver, mas que pede medidas drásticas. Não sou fã de centralizar o comando à força e também acredito que mudanças estruturais são muito mais importantes. Mas a solução dos que são contra é vestir uma camiseta onde se lê "mais amor, por favor" ou "gentileza gera gentileza" e continuar a deixar o crime comandar a cidade?

Essa não é a solução ideal ou perfeita. Problemas diversos pode acontecerMas ser contra a intervenção apenas porque sim ou porque é o Temer (herança que também passa pelo reduto dos intelectuais burros do Leblon), é continuar ser negligente com o ambiente de guerra que se instaurou na cidadeE meu pai, o que acha? Acha que o Brasil com esse povo, esses políticos e essa bundamolice aguda não vai dar certo é nunca.

Como eu gostaria de acreditar que ele estivesse errado.

Eleições de 2018

Com a publicação  da Resolução 23.553 Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 2 no Diário da Justiça Eletrônico, que que disciplina os mecanismos de financiamento de campanha para as eleições de 2018, fica claro e evidente que disputa eleitoral no Brasil  com chance de vitória é coisa de gente rica. Aliás sempre foi.  

O candidato rico além dos recursos do famigerado Fundo de Financiamento da Democracia (FFD)Fundo Partidário, pessoas físicas e as multas de origens partidárias,  poderão usar recursos próprios em suas campanhas, o chamado autofinanciamento.“O candidato poderá usar recursos próprios em sua campanha até o limite de gastos estabelecido para o cargo ao qual concorre”, diz o texto da Resolução 23.553..

Além desses recursos, difícil mesmo é uma pessoa de bom senso  acreditar que a maioria dos candidatos por conta da proibição das empresas de fazerem doações de campanhas, estes não encontre uma forma de conseguirem dinheiro no meio empresarial e estatal. 

Até por que na maioria das vezes esses gastos (ou incentivos) sempre partem de empresários que fazem investimentos vultuosos esperando benefícios futuros proporcionados pelos detentores dos mandatos, é uma espécie de toma lá da cá, uma espécie de uma mão lava a outra, onde somente os lados envolvidos são agraciados com os benefícios do poder público, enquanto o povo permanece a mercê do abandono e da impunidade.


As eleições na República 1889

Um pouco de história para um melhor entendimento do processo eleitoral brasileiro. Com a proclamação da República pelo Marechal Deodoro da Fonseca, no dia 15 de novembro de 1889, no Rio de Janeiro. O modelo eleitoral, até então baseado no francês, passou a ser o norte-americano. 

A partir da República, o poder legislativo passa a ser o único dos poderes capaz de criar direitos e deveres. É exercido pelo Congresso Nacional, composto da Câmara dos Deputados e Senado Federal, cujos componentes são eleitos por meio de voto direto e secreto para mandatos de quatro e oito anos, respectivamente, pelas Assembleias Legislativas dos estados e pelas Câmaras Municipais.
É preciso lembrar que, desde 1846, data da criação da primeira lei eleitoral elaborada pelo Poder Legislativo, foi estabelecido que, para ser senador, era necessário, entre outras exigências, que fosse cidadão brasileiro acima de 40 anos e estivesse no gozo dos seus direitos políticos. 

Além disso, foi estabelecido que fosse pessoa de saber, capacidade e virtudes, com preferência aos que tivessem prestado serviços à Pátria e fosse censitário, isto é, tivesse rendimento anual de 400 mil réis por bens, indústria, comércio ou emprego. Os senadores eram vitalícios e só haveria eleição no caso de morte ou aumento do número de cadeiras no Senado, mas os deputados podiam ser reeleitos.

TSE limita a 4 meses duração de diretórios provisórios de partidos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fixou nesta terça-feira (20) o prazo de 120 dias (4 meses) para o funcionamento de diretórios provisórios dos partidos.
Esses diretórios são órgãos de comando locais das legendas, em âmbito estadual ou municipal. Quando essas instâncias funcionam de forma provisória, não há obrigação de que os dirigentes sejam eleitos entre os filiados.
Na prática, isso também afeta o próprio processo de escolha dos candidatos a cargos públicos: em vez de votação entre os filiados locais, os diretórios provisórios permitem que as indicações sejam feitas por um grupo restrito de caciques nacionais, por exemplo.

O julgamento

Na sessão desta terça, o TSE analisou um pedido do PSD para manter diretórios provisórios por prazo indefinido, com base numa emenda à Constituição aprovada no ano passado que dá às legendas maior autonomia.
O texto garante aos partidos "autonomia para definir sua estrutura interna e estabelecer regras sobre escolha, formação e duração de seus órgãos permanentes e provisórios e sobre sua organização e funcionamento e para adotar os critérios de escolha e o regime de suas coligações nas eleições majoritárias".
Relator do processo no TSE, o ministro Tarcísio Vieira Neto adotou parâmetro que já havia sido fixado pelo tribunal em 2015 para limitar a duração dos diretórios provisórios.
"A liberdade conferida não é absoluta, dada a previsão expressa que as agremiações partidárias devem resguardar o regime democrático", afirmou o ministro na sessão.
"Não há como se conceber que em uma democracia os principais atores da representação popular não sejam democráticos", completou depois, citando decisão anterior do próprio TSE.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

EU GOSTEI POSTEI

Baita rima desse rapper lá de Campo... - Socialista de iPhone ...

https://www.facebook.com/socialistadeiphone/posts/1559871004133066

Baita rima desse rapper lá de Campo Grande! Valeu, Misael M. Farias e Trutis Bacon Bar.

Prefeitura de Rolim de Moura nota de pesar “† Alfredo Frederico”


Prefeitura de Rolim de Moura nota de pesar “† Alfredo Frederico”


É com muita tristeza que recebemos a informação de que nesta madrugada de segunda-feira (19/02), o aposentado Alfredo Frederico, 80 anos,  lamentavelmente veio a óbito, vítima de um infarto fulminante.
Alfredo era frequentador assíduo do Centro de Convivência do Idoso (CCI) de Rolim de Moura (RO).

Em nome da Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS), CCI e do Prefeito Luiz Ademir Schock, o desejo de conforto à família enlutada e a certeza de que a memória deste grande homem que jamais será apagada da história desta cidade.

O velório está sendo na Associação dos Idosos ao lado do CCI na Avenida Manaus, a família enlutada agradece a presença todos.


Disse-lhe Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que 

crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em 

mim, não morrerá eternamente." 

João 11:25-26

Rolim de Moura - RO 19 de fevereiro de 2017.



Luiz Ademir Schock
Prefeito de Rolim de Moura

Rolim de Moura – SEMOSP atende pedido do vereador Chico do Sindicato e reconstrói ponte de madeira na linha 192 Norte



 


Em continuidade aos trabalhos que beneficiam toda a área rural do município de Rolim de Moura (RO), a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (SEMOSP), atendendo ao pedido do vereador Chico do Sindicato, reconstruiu uma nova ponte de madeira sobre um córrego na linha 192 km 07, lado norte, favorecendo vários produtores rurais.

Além da construção da ponte da linha 192 norte, a SEMOSP na última semana atendeu mais um pedido do parlamentar na linha 176 norte, dando manutenção na ponte no km 4.5 e retirando atoleiros de pontos críticos na estrada vicinal, garantindo a trafegabilidade.

“Essa ponte melhorou o acesso para todos que a utilizam no dia a dia. A antiga estava muito ruim e quase caindo. Agora a passagem está mais fácil e muito mais segura, garantindo assim o escoamento da produção dos nossos agricultores. E só iremos conseguir fazer uma Rolim de Moura melhor unindo forças, neste caso o vereador Chico detectou os problemas nas linhas e de imediato me informo, logo passei a situação para o Secretário de Obras, Marcelino, para  resolver”, explicou o Prefeito Luizão do Trento.

“Quero agradecer ao Prefeito Luizão e ao Secretário Marcelino que atenderam  meu pedido e fizeram as devidas manutenções nas estradas e nas pontes garantindo o direito de ir e vir do cidadão Rolimourense”, finalizou o vereador Chico do Sindicato.


secom@rolimdemoura.ro.gov.br


Transformação da 4ª Cia em Batalhão de Polícia Militar começa a ser formatado




A Audiência Pública realizada na Câmara Municipal de Rolim de Moura sobre segurança pública, ainda no mês de dezembro de 2017, atendendo a uma reivindicação dos Vereadores Alisson Ferreira – PSDB e Uender Nogueira – PSL e, que contou com a presença do Comandante Geral da Polícia Militar de Rondônia Coronel Enedy Dias de Araujo, o Comandante da Polícia Militar em Rolim de Moura Capitão Clodomar José Rodrigues e o Secretário de Estado de Segurança Pública Lioberto Ubirajara Caetano de Souza, momento em que dentre vários assuntos discutidos, foi solicitado pelos Vereadores Presentes, autoridades locais e demais pessoas que estiveram participando da Audiência, a transformação da 4ª Cia de Policiamento em Batalhão da Polícia Militar, começa a tomar corpo e pode vir a ser realizado em breve.
  O assunto entrou em pauta devido uma vontade política do Governador do Estado Confúcio Moura – MDB, e o comunicado coube ao Comandante da Polícia Militar em Rolim de Moura, Capitão Clodomar José Rodrigues, que esteve na manhã desta segunda feira no Gabinete do Presidente da Câmara Municipal, trazendo a novidade ao Presidente da Casa, Vereador Aldair Júlio Pereira “Aldo Júlio” – MDB, e os Veradores Dr. Lauro, Alisson Ferreira, Uender Nogueira, Francisco Vitorino, Laudeci Menezes, Enio Reinicke e Leonel Pereira, que estiveram presentes nessa reunião.
  Para tratar melhor desta pauta, o Presidente da Câmara Municipal de Rolim de Moura Aldo Júlio, acompanhado de alguns vereadores, especialmente dos autores do requerimento para a Audiência Pública, irão até Porto Velho manter uma audiência com a cúpula da Segurança Pública do Estado, onde o assunto principal será a transformação da 4ª Cia de Policiamento de Fronteira em Batalhão de Polícia Militar.
  Uma das importâncias desse fato, é que como Batalhão poderá ter até 200 policiais somente em Rolim de Moura, disse o Capitão Rodrigues, “isso não quer dizer que de imediato teremos esse contingente, mas se  
torna mais fácil a vinda de policiais para o destacamento, haja vista, que hoje o município conta com 81 policiais e, nem todos estão a trabalho, pois alguns estão em gozo de férias e outros afastados por algum motivo”. Disse o Capitão.
  Nesta ida a Porto Velho, os Vereadores irão decidir com a cúpula da Polícia Militar os trâmites legais para a implantação do mesmo, haja vista, que já está definido que será o 10º Batalhão de Polícia Militar e abrangerá os municípios de Alta Floresta, Alto Alegre, Nova Brasilândia, Santa Luzia, Parecis, Novo Horizonte e a cidade sede Rolim de Moura. Uma nova Audiência Pública deverá ser realizada para contribuir com a elaboração do projeto, e dessa vez com a presença de representantes, Prefeito e Vereadores, dos sete municípios, até porque não será somente o município de Rolim de Moura que será beneficiado, pois essas cidades poderão ver aumentados o numero de efetivos em suas companhias, podendo oferecer maior segurança aos munícipes.
  “A ação dos Parlamentares com a realização da Audiência Pública, que muitos acreditavam que só ficaria nas palavras, já começa a render frutos. Queremos agradecer aos Vereadores autores do requerimento e a todos os demais pares da casa, entendendo que através da união poderemos trazer benefícios à nossa população, e a segurança hoje é um caso de polícia em nosso município, agradecemos ainda ao Governador Confúcio Moura, que mesmo no apagar das luzes de seu governo, continua preocupado com o município de Rolim de Moura, atendendo as nossas reivindicações”, disse o Presidente Aldo Júlio, no final da reunião.

imprensa@rolimdemoura.ro.leg.br



MERCEDES SOSA, CHICO, CAETANO, MILTON E GAL – VOLVER A LOS 17

Eleição 2018: Prazos de filiação e domicílio dependem do estatuto partidário

 Postado por 

O calendário para as eleições deste ano de 2018, baixado pelo TSE, estabelece duas alternativas para o prazo de domicílio eleitoral:
1) O prazo mínimo de seis meses - ou seja, todos os que desejarem ser candidatos devem ter domicílio eleitoral na circunscriação em que desejam concorrer, no mínimo, a partir de 7 de abil de 2018.
2) Mas, atenção, caso o estatuto do partido pelo qual a pessoa vai concorrer estabeleça prazo superior, vale o prazo definido pelo partido.
A mesma regra vale para a questão da filiação partidária.
CLIQUE AQUI para ver o texto integral da Resolução 23.555 do Tribunal Superior Eleitoral.

Dia do reporter

No dia 16 de fevereiro é celebrado o Dia Nacional do Repórter. Esse cargo exercido por profissionais da comunicação tem a função de investigar, pesquisar, entrevistar e produzir notícias e matérias para a TV, impresso, rádio e internet. Faça chuva ou faça sol, o repórter está sempre em alerta para levar as notícias até a população.

Todo repórter é jornalista, mas nem todo jornalista é repórter – o Dia do Jornalista é comemorado em 29 de janeiro ou 7 de abril. O repórter, geralmente, cobre uma pauta definida pelo seu chefe, o editor. Como os jornais são divididos em editoria, seus profissionais também são. Existem repórteres de política, esportes, educação, cidades, mundo, economia, cultura, entre outros, além dos repórteres fotográficos.
História
Em 1442, o alemão Johannes Gutenberg revolucionou a imprensa com uma nova técnica de impressão usando máquinas – antes a impressão era manual. A invenção foi fundamental para a criação dos jornais modernos e, consequentemente, o surgimento dos primeiros repórteres. Nas décadas seguintes as publicações aumentaram e a profissão do repórter ficou mais conhecida.
No Brasil, os primeiros jornais de caráter noticioso surgiram apenas no final do século IXX, como O Estado de São Paulo e o Jornal do Brasil. Antes, os jornais publicavam conteúdo oficial e opinativo. Com essa mudança de característica, a profissão do repórter ganhou destaque no início do século XX, quando os jornais passaram a dedicar espaço para as grandes reportagens. Essas são caracterizadas pelo aprofundamento investigativo da informação, pesquisa, contextualização, abordagem multiangular e narrativa diferenciada.
Euclides da Cunha é considerado por alguns como o primeiro repórter do Brasil, devido à cobertura da Guerra de Canudos para O Estado de São Paulo, em 1896. Na época, o autor de Os Sertões entrevistou presos, pesquisou arquivos sobre os personagens da guerra, como Antônio Conselheiro, e narrou para o jornal o que acontecia no arraial.
Desafio
Ao longo da história, os repórteres conviveram e convivem até hoje com a censura e perseguição política, militar, policial e de criminosos. Segundo o relatório de 2013 da organização Repórteres sem Fronteiras (RFS), o Brasil é o país com o maior número de jornalistas mortos nas Américas. Tais fatos enaltecem ainda mais a importância do repórter, que diversas vezes se arrisca para levar a informação até a sociedade.
Por Adriano Lesme


Jornalista não fala – informa
Não passeia – viaja a trabalho;
Não conversa – entrevista;
Não faz lanche – almoça em horário incomum;
Não é chato – é crítico;
Não tem olheiras – tem marcas de guerra;
Não se confunde – perde a pauta;
Não esquece de assinar – é anônimo;
Não se acha – ele já é reconhecido;
Não influencia – forma opinião;
Não conta história – reconstrói;
Não omite fatos – edita-os;
Não pensa em trabalho – vive o trabalho;
Não vai à festas – faz cobertura;
Não acha – tem opinião;
Não fofoca – transmite informações inúteis;
Não pára – pausa;
Não mente – equivoca-se;
Não chora – se emociona;
Não some – trabalha em off;
Não lê – busca informação;
Não traz novidade – dá furo de reportagem;
Não tem problema – tem situação;
Não tem muitos amigos – tem muitos contatos;
Não briga – debate;
Não usa carro – mas sim veículo;
Não é esquecido – é eternizado pela crítica;
Jornalista não morre – coloca um ponto final!


Autor: Anônimo

Político famoso

 

Numa festa, a madame é apresentada a
um eminente político.
- Muito prazer! — diz ele.
-O prazer é meu! Saiba que já ouvi muito
falar do senhor!
-É possível, minha senhora, mas
ninguém tem provas!

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Idiocracia: Darwin e a Teoria do Perfeito Idiota

 

René Amaral

Alguém já disse, com muita propriedade, que a ignorância é uma benção.

Darwin também disse que: dentre as espécies, e entre diferentes indivíduos de uma mesma espécie, a que predomina não é a mais forte ou a mais inteligente, é a que melhor se adapta.

Ninguém se adapta melhor que o perfeito idiota.

A história comprova isso de maneira esplendorosa. Há até estudos recentes, levados a cabo por gente que nada tem de idiota, que comprovam que reacionários e radicais conservadores (todos perfeitos idiotas) são menos inteligentes que pessoas liberais e inovadoras; no entanto, os conservadores continuam a mandar no mundo.

O idiota é aquele ser que aceita tudo, por mais aviltante que seja, sem pestanejar. Ele quer ser aceito. Ele engole tudo, até porco espinho, sem vaselina ou KY. Por sua goela larga desce tudo, até as alegações mais que canalhas. O perfeito idiota aceita qualquer desculpa e justificativa, mesmo as mais esdrúxulas. O perfeito idiota não gosta de discordar, idiotas não discordam de nada, exceto do senso comum. Ele se adapta e segue em frente.

Na política, pode tanto cuspir no prato que comeu, quanto lamber a rapa da lavagem que restou na manjedoura do neoliberalismo, sem vergonha ou pudor. Vergonha não é condição si ne qua non para sobrevivência, e sobrevivência não inclui dignidade. O perfeito idiota é um sem vergonha, que sobrevive.  Sobrevivência é ela em si, e o idiota não compreende nada que esteja fora dessa cartilha. Viver além da própria vergonha é a cartilha, andando ou rastejando.

Eles pululam em altas posições administrativas, redações e conselhos editoriais, cargos obtidos mais por conta de sua adaptabilidade que por competência. Seu campo favorito é a chefia, ou a gerência, sua arma a gestão. A política costuma ser sua área de maior atuação, capazes que são de mudar de campo ou de ideologia sem o menor constrangimento. Elegem-se continuamente apesar de sua incompetência, sua adaptabilidade compensa. Conquistam hordas de seguidores; quando são artistas são verdadeiros ídolos em diferentes níveis de consagração e ocupam os efêmeros halls da fama nas mais variadas linguagens.

Engana-se quem pensa que os mais fortes podem prevalecer, os idiotas, mesmo mais fracos é que acabam por cima da carne seca. Onde o mais forte tenta se impor pela força, o pior caminho, o idiota amorfo se molda às necessidades do momento e derruba até o mais forte oponente. São zen como a água, que não tem forma ou iniciativa, mas ocupa todos os espaços e derruba todas as barreiras sem exercer a vontade que move o forte.

O mais inteligente tentará seus recursos mais subjetivos, sua força intelectual, sua lógica e seu mais veemente convencimento. O idiota que sabe se fingir de inteligente, bocejará e e se curvará ao chefe no momento exato e conseguirá impor_sem uso de qualquer força ou poder_a sua mediocridade imbatível, que vai prevalecer.

Não há armas conhecidas para contrapor-se a idiotice, o discurso mais elaborado, falha; a coação mais violenta também.

Teremos um futuro dominado pela idiotice e pelos idiotas, eles serão a raça humana de tempos futuros.

Há até um filme muito engraçado de onde emprestei parte do título desse artículo. Um mundo onde um jovem de inteligência mediana do século XXI acorda de centenas de anos de hibernação.

Esse mundo é dominado por perfeitos idiotas que pararam até de beber água, só consomem drinks isotônicos, por que tem eletrólitos (que ninguém sabe o que é). Usam até para regar as plantas, que não brotam, para sua mais completa surpresa; água só nas privadas. Parece muito um povo idiotizado que conhecemos bem, que acredita e repercute qualquer bobagem dita na mídia como se tivesse peso de verdade, e quando questionados, embasbacam, só falta dizer que é porque tem eletrólitos.

Pensando bem...

 

CláudioHumberto

Muitos dos que se queixam do banditismo no Rio de Janeiro ajudaram a financiá-lo usando cocaína. A intervenção federal ocorre no momento em que os chefes do tráfico estão capitalizados, com o faturamento recorde no carnaval, com seus 6,5 milhões de foliões. Certa vez, em 2002, um delegado, Zaqueu Teixeira, que chefiava a Polícia Civil do Rio, colocou o dedo na ferida“As pessoas têm que cheirar menos.” De lá para cá, tudo piorou muito nessa área, na linda capital fluminense.

No desabafo, que continua atual, o delegado advertiu que “se quer diminuir a violência nas ruas, as pessoas têm que cheirar menos.”

O delegado carioca deu nomes aos bois“O Elias Maluco matou Tim Lopes, mas quem financiou essa morte foram os usuários das drogas”.

Rolim de Moura - Mudas cultivadas por apenados são plantadas nos canteiros de ruas



 




Com a parceria a Administração Municipal não precisou comprar mudas de árvores.


Os novos canteiros das ruas e avenidas da cidade de Rolim de Moura (RO), vem recebendo mudas de várias espécies de árvores ornamentais, que deixarão a cidade mais bonita. Ao todo já foram plantadas mais de 400 mudas de ipês com vários tipos de cores de floração.

Todas essas mudas foram cultivadas pelos apenados do regime semiaberto, dentro da unidade prisional, através de um projeto de ressocialização.

O projeto foi desenvolvido pelo Conselho da Comunidade, que é composto por membros de entidades públicas e de segurança, em parceria com a Prefeitura de Rolim de Moura, Unir (departamento de engenharia florestal) e SEJUS (Secretaria de Estado da Justiça). O recurso para a execução da ação foi adquirido através de um fundo criado por prestações pecuniárias da Vara Criminal da comarca.

De acordo o diretor da unidade prisional do regime semiaberto, Fabrício Pittelkow, o projeto muda significativa a rotina do apenado e melhora o comportamento dos reeducandos e o ambiente de trabalho para os profissionais que prestam serviços no local.
“Antes do projeto, tinha-se um aglomerado de apenados ociosos, com isso ocorriam muitas fugas e várias ocorrências administrativas. Era um ambiente muito ruim de trabalhar”, revela.

Segundo a engenheira agrônoma e paisagista da Prefeitura, Cristina Weirich Vergara, o viveiro tem capacidade para 100 mil mudas, e cerca de 40 mil foram plantadas, entre espécies ornamentais e essências florestais.
“As espécies ornamentais como ipês branco, amarelo e cor de rosa, três marias, equisórias e outras serão destinadas para o embelezamento da cidade. Já as essências florestais, como ingá e pata de vaca serão usadas para recuperar nascentes e áreas degradadas em propriedades rurais”, esclarece.

De acordo com o Conselho da Comunidade, as mudas que hoje são distribuídas gratuitamente para a prefeitura realizar o plantio nos canteiros da cidade em breve estarão disponíveis sem ônus para os cidadãos rolimourenses que desejarem plantar em frente a sua residência ou até mesmo para os produtores rurais que queiram recuperar áreas degradas nas propriedades.


Leonel Pereira acompanha serviços de recuperação da Rua Geraldo Dias Fiúza




  O Vereador Leonel Pereira – PDT, acompanhou na manhã dessa segunda feira os serviços de recuperação que foram realizados na Rua Geraldo Dias Fiúza no Bairro Cidade Alta, que devido as chuvas que tem caído no município se tornou intransitável formando uma grande cratera.
  Conforme explicação do Prefeito Municipal, “toda água do Bairro Cidade Alta se converge para essa rua, e cujos serviços são apenas paliativos, já que para resolver o problema tem de se fazer um serviço mais amplo dentro do bairro, deslocando o fluxo dessa água para o antigo balneário municipal” hoje desativado.
  Leonel Pereira fez uma indicação ao executivo solicitando esses serviços no dia 05 de fevereiro de 2018, atendendo há varias solicitações da população que se servem dessa via. “Entrei com uma indicação no início do mês de fevereiro, na primeira Sessão Ordinária, após o recesso, e hoje já estamos acompanhando um grande trabalho no local, com a colocação de terra, o emprego de moto niveladora e do rolo compressor para compactar o local e evitar novas erosões durante o restante do inverno amazônico e do grande volume de chuvas que cai na região”, disse o vereador agradecendo ao executivo pela sensibilidade e a preocupação com a população que mora no local e nas adjacências e, que necessitam da referida via em condições de trafegabilidade.

Rodrigo Maia mandou o ministro da Justiça calar a boca na reunião do Alvorada

 

Estadão

O clima esquentou nesta madrugada durante a reunião no Palácio da Alvorada em que se decidiu decretar a intervenção no Rio. Segundo relatos de mais de uma fonte, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), estava muito nervoso e teria mandado Torquato calar a boca num dos momentos mais tensos da discussão dizendo que ele não teria moral para falar de segurança pública.

Procurado, Maia disse que não cometeria tamanha indelicadeza e contou sua versão. “Ele quis se meter numa conversa minha com o (Raul) Jungmann. Eu disse: – Não se mete. Você até agora não ratificou o que disse no ano passado, então deixa eu discutir aqui com o Jungmann.”

Maia se refere à declaração de Torquato que causou polêmica no ano passado de que o alto comando das polícias no Rio é sócio do crime organizado com a anuência de deputados estaduais. “Todo mundo sabe que o comando da segurança no Rio é acertado com deputado estadual e o crime organizado”, afirmou em outubro.

O governo está insatisfeito com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, e fala com cada vez mais frequência em exonerá-lo do cargo. Quando assumiu a pasta, Jardim declarou que não entendia nada de segurança pública. “Minha experiência na segurança pública foi ter duas tias e eu próprio assaltados”, disse no dia da posse, em maio de 2017. O ministro é especialista em direito eleitoral.

Agora, quando o governo chegou ao extremo de ter que intervir na segurança pública do Rio, interlocutores do presidente Temer querem creditar na conta de Torquato a responsabilidade pela situação de descontrole, especialmente nas fronteiras, porta aberta para drogas e armas no País.

Um dos problemas é que a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), subordinada ao Ministério da Justiça, nos últimos anos se resumiu a Força Nacional de Segurança. Especialistas dizem que a política nacional de segurança não existe porque o órgão que era para ser de formulação perdeu esse foco e passou a ser de execução.