sexta-feira, 27 de maio de 2016

Sarney bateu em Dilma abaixo da linha de cintura ao dizer:

Sarney vaticinou que a delação de Marcelo Odebrecht, ex-presidente da construtora Odebrecht, encrencará Dilma. Comparou o poder de destruição da delação de Odebrecht com o poder de destruição de uma metralhadora de calibre ponto 100.
-  A Odebrecht [...] eles vão abrir, vão contar tudo. Vão livrar a cara do Lula. E vão pegar a Dilma. Porque foi com ela. Quem tratou diretamente sobre o pagamento do João Santana foi ela. Então eles vão fazer. Porque isso tudo foi muito ruim pra eles
Santana foi o marqueteiro da campanha de Lula à reeleição e das duas campanhas de Dilma. Está preso, acusado de corrupção e de lavagem de dinheiro. Recebeu dinheiro da Odebrecht no exterior e, segundo Sarney, a pedido de Dilma, que nega.
Essa é a revelação mais grave feita por Sarney ao microfone escondido por Machado em sua própria roupa. As demais são embaraçosas, apenas isso, e sugerem que o político sempre cauteloso no uso das palavras está deixando de sê-lo.
Sobre Lula, por exemplo, Sarney fofocou com Machado:
- O Lula acabou, o Lula coitado deve estar numa depressão. [...] Eu soube que o Lula disse, outro dia, ele tem chorado muito. [...] Ele está com os olhos inchados.
Sarney ficou com a cabeça inchada depois de saber que fora gravado. Coisa de político amador.

Tratativas para delação de Marcelo Odebrecht avançam/ Por: Vera Magalhães

Avançou a tratativa para a colaboração judicial de Marcelo Odebrecht.Detalhes sobre operações no exterior
A última resistência do empreiteiro, cuja prisão completa um ano em junho, era detalhar irregularidades também nos negócios do grupo em outros países, sobretudo nos africanos.
Com os graves prejuízos no Brasil, a Odebrecht esperava salvar a operação internacional para se reerguer

A filantropia de lá e a pilantropia daqui

 

Por que os milionários brasileiros não doam suas fortunas a universidades?

Fernando Schüler, na Época

Nos Estados Unidos, ricos ajudam museus e instituições de ensino superior. No Brasil, a burocracia atrapalha quem quer fazer o bem.

Nota do editor e único funcionário dessa espelunca: Duvido um muito dessa última afirmativa e desconfio que esses “mecenas” do showbiz também levam algum das bilheterias em algum tipo de “operação casada” - vagabundo faz a renúncia fiscal e ainda recebe troco.

Stephen Schwarzman costumava fazer suas refeições no Commons, quando estudante em Yale, em meados dos anos 1960. Sujeito tímido, vindo de escola pública, sentia-se bem naquele edifício de estilo neoclássico, situado no coração da universidade. Formado em 1969, Schwarzman percorreu passo a passo o sonho americano. Nos anos 1980, criou o grupo Blackstone, hoje um dos maiores fundos de investimento dos Estados Unidos. Consta como o 122º sujeito mais rico do planeta, na lista da Forbes. No último dia 11 de maio, anunciou uma doação de US$ 150 milhões para a conversão do velho Commons em um moderno centro de artes.

O centro levará o nome de Schwarzman. Há quem veja nisso um simples desejo de “imortalidade através do dinheiro”, como li em uma crítica. Pouco importa. Talvez alguém tenha pensado o mesmo quando Lenand Stanford criou a universidade que levaria seu nome, na década de 1880, na Califórnia. Ou quando resolveram dar o nome de Solomon Guggenheim, logo após sua morte, ao museu projetado por Frank Lloyd Wright, no coração de Manhattan. Quem sabe teria sido melhor, para os Estados Unidos, imitar o exemplo brasileiro. Por aqui, pouca gente tenta perpetuar o próprio nome, doando para universidades e museus. Talvez por isso lê-se, por estes dias, o anúncio de fechamento da Casa Daros, primoroso espaço de artes, no Rio de Janeiro, por falta de recursos.

A tradição da filantropia americana vem de longe. É possível pensar que Andrew Carnegie seja seu maior ícone e, de certo modo, definidor conceitual. Imigrante pobre, Carnegie fez fortuna na siderurgia americana, na segunda metade do século XIX. Em 1901, aos 66 anos, vendeu suas indústrias ao banqueiro J.P. Morgan e tornou-se o maior filantropo americano. Uma de suas tantas proezas, não certamente a maior, foi construir mais de 3 mil bibliotecas, nos Estados Unidos. Em 1889, escreveu o artigo “The Gospel of Weath”, defendendo que os ricos deveriam viver com comedimento e tirar da cabeça a ideia de legar sua fortuna aos filhos. Melhor seria doar o dinheiro para alguma causa, ou várias delas, a sua escolha, ainda em vida. O Estado poderia dar um empurrãozinho, aumentando o imposto sobre a herança, mas deveria evitar a tributação das grandes fortunas. O melhor resultado, para todos, seria obtido se os próprios ricos distribuíssem sua riqueza, com cuidado e responsabilidade. Recentemente, foi o argumento usado por Bill Gates, o maior filantropo de nossa era, em oposição a Thomas Piketty e sua obsessão em tributar os mais ricos.

Gates não fala da boca para fora, nem é uma voz isolada. Em 2009, ele lançou, junto com Warren Buffett, o mais impressionante movimento de incentivo à filantropia já visto: The Giving Pledge. A campanha tem, até o momento, 128 signatários. Para participar, basta ser um bilionário e assinar uma carta prometendo doar, em vida, mais da metade de sua fortuna a projetos humanitários. Para boa parte dessas pessoas, doar 50% é pouco. Larry Elisson, criador da Oracle, comprometeu-se em doar 95% de sua fortuna, hoje avaliada em US$ 56 bilhões. Buffett foi além: vai doar 99%. Como bem observou o filósofo alemão Peter Sloterdijk, parece que, ao contrário do que acreditávamos no século XX, não são os pobres, mas os ricos que mudarão o mundo. Sloterdijt, por óbvio, não conhece bem o Brasil.

Nos Estados Unidos, o valor das doações individuais à filantropia chega a US$ 330 bilhões por ano. No Brasil, os números são imprecisos, mas estima-se que o montante não passa de US$ 6 bilhões por ano. Apenas 3% do financiamento a nossas ONGs vem de doações individuais, contra mais de 70%, no caso americano. Há, segundo a tradicional lista da revista Forbes, 54 bilionários no Brasil. Nenhum aderiu, até o momento, ao movimento da Giving Pledge. Consta que Jorge Paulo Lemann, o número 1 da lista, foi convidado. Não duvido que dia desses anuncie sua adesão. Seria um exemplo para o país.

Explicações não faltam para essa disparidade. Há quem goste de debitar o fenômeno na conta de nossa “formação cultural”. Por essa tese, estaríamos atados a nossas raízes ibéricas, sempre esperando pelos favores do Estado, indispostos a buscar formas de cooperação entre os cidadãos para construir escolas, museus e bibliotecas ou simplesmente para consertar os brinquedos e plantar flores na praça do bairro.

É possível que haja alguma verdade nisso. O rei Dom João III, lá por volta de 1530, dividiu o país em capitanias hereditárias e as dividiu entre fidalgos e amigos da corte portuguesa. Fazer o quê? Enquanto isso, os peregrinos do Mayflower desembarcaram nas costas da Nova Inglaterra, movidos pela fé e pelo amor ao trabalho, para construir um novo país. Uma bela história, sem dúvida. Muito parecida com a de meus antepassados alemães, que desembarcaram em 1824 nas margens do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul. Há muitas histórias, há muitos tipos de formação cultural, no Brasil, assim como nos Estados Unidos. Não é difícil escolher uma delas para justificar qualquer coisa.

De minha parte, desconfio da tese do caráter cultural. Ela é abstrata demais, difícil de mensurar e, pior, tende a levar à acomodação. Prefiro concentrar o foco na variável sobre a qual – ao menos em boa medida – temos controle. E essa variável é institucional. Minha tese é: o modelo institucional e de incentivos que adotamos simplesmente não favorece o desenvolvimento da filantropia. Ele incentiva que as pessoas esperem que o Estado resolva seus problemas. E é o que elas fazem, em geral.

Vamos a um exemplo: nossos sistemas de incentivo fiscal a doações. Nos Estados Unidos, se alguém quiser doar algum recurso para o MoMA (o Museu de Arte Moderna, em Nova York), poderá abater até 30% de seu rendimento tributável. Para algumas instituições, esse percentual sobe a 50%. No Brasil, seu abatimento é limitado a 6% do Imposto de Renda, se o contribuinte fizer a declaração completa.

O pior, no entanto, acontece do outro lado do balcão. Para receber a doação, o museu brasileiro deverá ter um projeto previamente aprovado pelo Ministério da Cultura, em Brasília. Serão meses em uma via crucis, listando minuciosamente o gasto futuro com o projeto, e depois mais alguns meses para a prestação de contas detalhada do que foi gasto com sua execução. Fico imaginando o que o MoMA faria se, para receber doações, tivesse de enviar previamente um projeto para ser analisado em Washington, linha a linha, por um grupo de funcionários públicos. Os Estados Unidos nem sequer têm um Ministério da Cultura. As doações e os incentivos são diretos, sem burocracia. Por isso, funciona.

Vamos a outro exemplo: os americanos adotam como principal estratégia de financiamento de suas instituições – sejam museus, universidades ou orquestras sinfônicas – os chamados “fundos de endowment”. A ideia é bem simples: uma poupança de longuíssimo prazo, destinada a crescer, ano a ano, da qual a instituição retira parte dos rendimentos para seu custeio. Simplesmente nenhuma grande instituição universitária ou cultural americana vive sem seu endowment. Há 75 universidades com fundos de mais de US$ 1 bilhão. O maior de todos, de Harvard, tem US$ 36 bilhões em caixa.

Pois bem, vamos imaginar que um milionário acordasse, dia desses, decidido a doar uma boa quantia para algum endowment no Brasil. Ele gosta de artes visuais e quer doar a um museu. Em primeiro lugar, ele não teria nenhum incentivo fiscal para fazer isso. O Ministério da Cultura simplesmente proíbe que um museu brasileiro apresente um projeto para receber doações para endowments. Em segundo lugar, não haveria nenhum endowment para ser apoiado. Nos Estados Unidos, ele encontraria milhares, e bastaria escolher algum, na internet. Em Pindorama, nenhum. As leis não favorecem, os incentivos inexistem, as instituições não estão organizadas para receber as doações. E a culpa segue por conta de nossa “formação cultural”.

Outra razão diz respeito ao modelo de gestão de nossas instituições. O Brasil teima, em pleno século XXI, a manter uma malha obsoleta de universidades estatais. Elas consomem perto de 30% dos recursos do Ministério da Educação, mas nenhuma se encontra entre as 200 melhores do mundo, no último levantamento da revista Times Higher Education. Enquanto isso, os Estados Unidos dispõem de 48 das 100 melhores universidades globais. Princeton, Yale, Columbia, MIT seguem, em regra, o mesmo padrão: instituições privadas, sem fins lucrativos, com largos endowments, cobrando mensalidades e oferecendo um amplo sistema de bolsas por mérito (em âmbito global), e ancoradas em uma rede de alumni e parcerias públicas e privadas. Não é diferente do que ocorre com museus e instituições culturais.

O ponto é que o Brasil pode mudar. Há exemplos de líderes empresariais que fazem sua parte. Há o caso exemplar do banqueiro Walter Moreira Salles, fundador do Instituto Unibanco, voltado à educação, e do Instituto Moreira Salles, voltado à cultura. Há a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, há o Museu Iberê Camargo, criado por Jorge Gerdau, e há a Fundação Roberto Marinho, à frente do maior projeto cultural do Brasil, nos dias de hoje, que é o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Há uma imensa generosidade e espírito público, no país, ainda bloqueados pelo anacronismo dos modelos de gestão pública que adotamos. Instituições, mais do que a história. Incentivos, mais do que uma suposta genética cultural. Essa deve ser nossa aposta.


SOLDADO SÉRGIO

Quem nunca disse que a vó morreu para faltar ao trabalho/aula?

quinta-feira, 26 de maio de 2016

DELAÇÃO PREMIADA - RESUMO

 A partir de 2013, a Lei das Organizações Criminosas detalhou melhor uma das variantes da delação usada para combater quadrilhas. Neste caso, ela se chama colaboração premiada. Desde o início da Lava Jato, 49 pessoas envolvidas no esquema de corrupção de Petrobras fecharam acordos do tipo.
Pela lei, os delatores devem identificar outros membros da organização e detalhar os crimes praticados por eles. Também devem revelar a hierarquia e a função de cada um. A colaboração também prevê prevenir crimes que possam vir a ser praticados e devolver o dinheiro desviado. Segundo os procuradores da Lava Jato, o instrumento permitiu acelerar as investigações e encontrar outras provas.

Sérgio Machado gravou conversa que teve com o ex-presidente da República sobre a Lava Jato/ POR - MURILO RAMOS

Sérgio Machado, presidente da Transpetro (Foto: Renata Mello/ Transpetro)
A interlocutores, o ex-presidente da República José Sarney afirmou se sentir traído em relação a Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, subsidiária da Petrobras. Machado realizou gravação de conversa com Sarney – assim como fez com o presidente do Senado, Renan Calheiros, e com o senador e ex-ministro do Planejamento Romero Jucá – sobre desdobramentos da Lava Jato. As três conversas de Machado foram reveladas pela Folha de S.Paulo.
Sarney afirmou a amigos conhecer Machado há muitos anos e que não esperava um comportamento assim de quem julgava ser seu aliado.

PESQUISA - Léo Moraes dispara e abre vantagem sobre seus possíveis a prefeitura

Porto Velho, RO - O deputado estadual Leo Moraes, disparou na primeira pesquisa Phoenix/Folha Rondoniense, que apurou as Intenções de votos para a sucessão municipal. Em função da indecisão da deputada federal Mariana Carvalho não ter anunciado sua disposição de disputar o pleito de 2016, seu nome não foi incluído, os votos de Mariana estão migrando para Leo Moares. A pesquisa foi registrada no TRE/RO sob o numero 06741/2016
O Instituto Phoenix de pesquisa descritiva e a Folha Rondoniense, divulgam, resultados finais de sua (primeira) rodada de sondagens de intenção de voto realizada na sede e entorno da capital, Porto Velho. Este trabalho tem como objetivo maior devolver a coletividade o resultado do acompanhamento das tendências eleitorais, de forma sistematizada, mostrando assim ao eleitor, periodicamente as variações e mudanças, entre os postulantes, que por ventura estejam pleiteando os cargos eletivos.

DILMA A GUERRILHEIRA CUBANA

Dilma fumando charuto (Foto: Arquivo Google)

Expoagro acontecerá de 03 a 07 de agosto e show com Guilherme e Santiago está confirmado diz ASROLIM

 Expoagro acontecerá de 03 a 07 de agosto e show com Guilherme e Santiago está confirmado diz ASROLIM

Postada em 25/05/2016 20:32hrs
Fonte: Do Rolnews

Em visita a 5ª edição da Rondônia Rural Show em Ji-Paraná, a diretoria da ASROLIM, 

Associação Rural de Rolim de Moura confirmou a data da 31ª Expoagro. A maior feira

 agropecuária da Zona da Mata está programada para acontecer de 03 a 07 de agosto.

 O Show com a dupla Guilherme e Santiago foi confirmado, a associação está 

negociando mais um show, com a dupla João Lucas e Marcelo.

De acordo com Leomar Wentz, membro da nova diretoria da ASROLIM, a organização vem se empenhando a cada dia para que o evento aconteça. “Estamos aqui na Rondônia Rural Show prestigiando e ao mesmo tempo observando a tática de realização do evento. A Expoagro já tem data defina, uma dupla confirmada e o sorteio dos carros, aos poucos ela vai ganhando molde e garantimos a população que em agosto o berrante vai tocar sinalizando a chegada da 31ª Expoagro”, destaca.
O valor do passaporte ainda não foi definido. A ASROLIM fará novas reuniões para definir o restante da extensa programação da 31ª Expoagro

MICHEL TEMER

 “Sei como fazer o governo e saberei como conduzi-lo. Quando perceber que houve um equívoco na fala, na condução do governo, reverei posição. Não tem essa coisa de ‘não erro’. Se o fizer, consertá-lo-ei”.

Radar TVeja: Com rombo de 60 milhões, EBC tem contratos suspensos

 

 
Vera Magalhães 
Veja.com

A nova direção da Empresa Brasil de Comunicações está abrindo a caixa preta dos contratosO resultado promete ser revelador da máquina de propaganda petista em que se transformou a EBC.

Foram suspensos todos os contratos de pessoas jurídicas por 120 dias, até que os valores pagos sejam cotejados aos conteúdos entregues.

Embora recebessem como pessoa jurídica para entregar programas prontos, muitos blogueiros simpaticos ao PT usavam funcionários e equipamentos da EBC na produção.

Um dos contratos suspensos era de 50 mil reais anuais para a realização de 52 programas.

Foi interrompido, ainda, um contrato de 14 milhões de reais anuais para exibir a série B do campeonato paulista de futebol.

Enquanto os contratos estiverem suspensos, serão reprisados programas ou exibidos inéditos já gravados.

A situação, até agora, é de um rombo de 60 milhões de reais em caixa.

Rondônia terá navio para atender costa brasileira e a Argentina

Foi anunciado na 5ª Rondônia Rural Show, durante o Fórum de Logística da Amazônia, uma logística intermodal de transporte de produtos por um serviço semanal de cabotagem que vai conectar o porto de Porto Velho ao porto de Manaus seguindo uma rota que cruzará toda a costa brasileira, tendo como destino final Buenos Aires, na Argentina.

A notícia foi divulgada após a formalização de uma parceria envolvendo a Operadora Portuária SC Transportes de Porto Velho e a Log-In Logística Intermodal, que possui uma rede integrada de movimentação portuária por uma extensa malha intermodal com abrangência geográfica com todo o Brasil e o Mercosul.

Com essa rota, produtos de Rondônia poderão ser transportados através de balsas pela Hidrovia do Madeira até Manaus, de onde partirá um navio semanalmente com destino a Belém-PA, porto de Suape em Recife-PE, Fortaleza-CE, Salvador-BA, Rio de Janeiro - RJ, Santos-SP, Paranaguá-PR, Itajaí-SC, Rio Grande do Sul-RS e, por último, Buenos Aires.

Clínica da Mulher torna-se referência em atendimento em Rolim de Moura


De julho a dezembro de 2015 foram mais de 5 mil mulheres atendidas na Clínica.


No final do ano de 2015, a primeira Dama do município de Rolim de Moura (RO), Carla Schock em contato com o proprietário do Grupo Gazin, Mario Gazin, propôs a parceria para resgatar a clínica da mulher e torna-la referência na região da zona da mata.



O resultado desta parceria foi à cara nova da clínica da mulher, que recebeu a doação do grupo Gazin, sofá, bebedouro, televisão, garrafas térmicas, ar-condicionado, entre outras mobílias, dando mais conforto as mulheres que precisam de atendimentos especializados.



Dando continuidade nos trabalhos de resgatar a clínica da mulher e atender a determinação do Prefeito Luiz Ademir Schock, a equipe que compõe a Clínica vem trabalhando constantemente para dar um atendimento digno as mulheres rolimourense.


Hoje a equipe da Clínica da Mulher conta com 16 profissionais, sendo: 02 Ginecologistas; 01 Pediatra; 02 Enfermeiras; 01 Médico SAE (Serviço de Atendimento Especializado); 01 Farmacêutica; 01 Psicóloga; 01 Coordenadora de Administração; 03 Técnicas Enfermagem; 03 Recepcionistas e 01 Serviço Gerais, além de atendimentos com o Urologista, Cirurgião Geral e Fonoaudiologia.
Ao todo são mais de 50 mulheres que recebem atendimentos diariamente.



Outro ponto importante é a instalação do mamógrafo, pois a previsão que no mês de junho a sala de mamografia já esteja pronta e o mamógrafo instalado e atendendo as mulheres.



“A mulher rolimourense merece todo cuidado e atenção com a sua saúde e quero aqui parabenizar a toda à equipe da Clínica que trabalha incansavelmente para promover e prestar um excelente trabalho as mulheres”. Disse o Prefeito.

Como Machado gravou suas conversas

Ricardo Noblat
Ao concordar em contar o que sabe em troca de uma pena mais leve, o empresário Sérgio Machado, presidente da Transpetro durante 12 anos, ofereceu-se a sair por aí gravando conversas com alguns dos seus maiores amigos e protetores.
Mas não o fez armado com um celular ou gravador de bolso. Topou  ser monitorado em tempo real por agentes federais. Eles o equiparam com aparelhos de escuta.
E o seguiram para as tais conversas com uma Van que estacionava a certa distância dos endereços daqueles a serem visitados por Machado. De dentro da Van, escutavam tudo o que Machado falava e ouvia. Como nos filmes.

Maior complexo eólico de Pernambuco fica pronto sete meses antes do previsto

Por: Natalia Viri
A Casa dos Ventos vai inaugurar na segunda-feira o maior complexo eólico de Pernambuco, com oito parques e 216 megawatts (MW) de potência, o suficiente para abastecer 8% do consumo do Estado.
O projeto, chamado de “Ventos de São Clemente”, exigiu 1,2 bilhão de reais em investimentos e será entregue com sete meses de antecedência em relação ao cronograma previsto em leilão realizado em 2014. Ao todo, são 126 aerogeradores.
O evento de inauguração contará com a presença do o governador Paulo Câmara.

Cargas curtas podem ser melhor para a bateria do celular; veja dicas

Ficar com a bateria zerada é um dos maiores temores dos usuários de smartphones. Infelizmente por melhores que sejam, as baterias desses aparelhos raramente superam os dois dias de uso. O que acabou sendo um pequeno retrocesso em relação à época dos "dumbphones" sem touchscreen, que conseguiram sobreviver até cinco dias sem voltar para a tomada.
A bateria curta faz com que muitos usuários adotem o uso do carregador quase o tempo todo, mesmo quando ainda tem bateria suficiente para algumas horas de uso. Mas essa tática pode influenciar na qualidade da mesma. As baterias são compostas de um material de íon-lítio, cuja vida útil é normalmente definida pelo número de ciclos de carga e descarga completa antes da perda significativa da capacidade.
Trocando em miúdos, deixar a carga do celular cair constantemente para zero, e na sequência carregá-lo a 100%, tende a encurtar essa vida útil da bateria. Outro vilão é o superaquecimento, causado tanto pelo carregamento quanto pela temperatura externa. Veja mais dicas abaixo.

Evite deixar plugado e em 100% sempre

Segundo especialistas, fazer isso tende a forçar a capacidade máxima da bateria, colocando muita pressão no íon-lítio da mesma. A recomendação é deixar a bateria funcionando na faixa dos 40% a 80%, usando para isso recargas curtas ao longo do dia

Não zere a bateria

No extremo oposto, evite ao máximo usar seu celular até descarregá-lo completamente. Fique atento ao percentual da bateria quando estiver chegando aos 30% e já veja uma forma de carregá-lo. Carregar de 0 a 100% também exerce muita carga em pouco tempo na bateria, desgastando-a mais rápido

Fuja do calor

O superaquecimento é um dos fatores que acaba mais rápido com a qualidade da bateria. Então se ela estiver aquecendo enquanto carrega, é recomendável trocar o carregador por um modelo e marca confiáveis. Se o dia estiver muito quente, não utilize demais o aparelho. A uma temperatura média de 0°C, uma bateria de lítio-ion perderá 6% da sua capacidade máxima por ano. A 25 °C, esse número salta para 20%, e a 40°C, salta para 35%

Carregamento rápido é bom?

Hoje os carregadores rápidos estão ganhando força no mercado, com as fabricantes de celulares usando isso como ferramenta de marketing. Se o carregador for de fábrica do próprio aparelho, não há muito a temer. Mas se for carregador de uma marca terceira, o cuidado deve ser maior. Quanto maior a tensão, menos perda de carga você vai ter, mas pode ser perigoso também, pois se não houver um chip inteligente que regule as descidas de tensão no início e no fim da carga, a bateria poderá sofrer um estresse

Carregamento sem fio é ruim?

Do ano passado para cá, vem surgindo carregadores sem fio, que carregam o celular por indução, encostando-o em uma base. Novamente a dica anterior se aplica aqui; se for um carregador que veio na caixa do aparelho, feito especialmento para ele, na teoria não haverá problemas. Mas essa tecnologia tende a gerar um pouco de calor residual, o que causará mais desgaste a longo prazo

A Serra da Tapuia, em Sítio Novo-RN nas lentes do professor Mardone França, diretor do Instituto Certus de Pesquisa.

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RELEMBRAR É PRECISO

Flávio Cavalcanti

Flávio Antônio Barbosa Nogueira Cavalcanti (Rio de Janeiro15 de janeirode 1923 — São Paulo26 de maio de 1986)


Nossos comerciais, por favor!". Esse era um dos bordões de Flávio Barbosa Cavalcanti, um dos apresentadores mais populares da televisão nas décadas de 70 e 80.

Começou em 1957 na extinta TV Tupi do Rio de Janeiro. Na década de 60, ficou famoso por ter entrevistado Jonh Kennedy na Casa Branca e também fez a barba do perigoso Tenório Cavalcanti.

Na década seguinte, ficou famoso ao mostrar reportgens sensacionalistas , sempre com gestos teatrais.

Mesmo simpático ao regime militar, foi alvo da ditadura quando em março de 73 entrevistou um mineiro que havia emprestado a mulher a outro homem. O programa foi suspenso por 60 dias.

Mesmo conservador, também protegeu em sua casa, em Petrópolis, a atriz Leila Diniz, outro alvo da censura.

Será lembrado por quadros como Um Instante, Maestro que revelava talentos da MPB.

Morreu aos 63 anos quando apresentava seu programa no SBT.

No video abaixo, um perfil dessa figura polêmica.

Amizade verdadeira

Amigo de verdade

Mais mentiras sobre a verdade

 

CAROLINA MONIZ

    Ao estudar as ciências como um todo, é possível perceber que elas não surgiram por mero pragmatismo humano, mas, sim, por uma lancinante sede de verdade. Porém, é difícil saber se o rosto desta verdade  foi mascarado, se realmente tem estas cores ou se o que aí está é apenas a máscara abandonada.Por muito tempo a verdade é tomada, pela maioria, como algo único e imutável. É esta parva certeza que insiste em perdurar a responsável pelas belezas e pelas desgraças que nos rodeiam. A verdade é a razão das guerras e o fator de união. é o alento e a angústia, gera a certeza e a dúvida.Tem sido trilhado, no entanto, um longo caminho em busca da una-verdade. Para esta fim, criaram-se métodos e escolas filosóficas. Sócrates acreditava que o conhecimento real era fruto da dialética. Segundo Descartes, isto só poderia ser conquistado ao se duvidar de qualquer argumento minimamente falho. Já com Sartre, Nietzsche e outros pós-modernos é possível enxergar a verdade como a esfera individual que recobre cada ser, estando esta ligada ao espaço tempo e às experiências individuais,É fácil dizer que a verdade é relativa. Mas como pode o homem, ser social por natureza, viver sozinho e encastelado em suas certezas? Este é o fator da intrapessoalidade: é possível moldar não só o próprio acreditar, mas também o alheio.Contudo a humanidade continua a procurar por uma verdade ideal. Esquece-se de que a beleza de viver é ter dúvidas e que a especialidade dos homens é se cercarem de inúmeras possíveis respostas.

CHARGE DO AMARILDO

Charge (Foto: Amarildo)

Ministro da Educação recebe Alexandre Frota e ativistas

 O ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), recebe o ator Alexandre Frota e integrantes do grupo Revoltados Online  (Foto:  Reprodução  )

Grupo Revoltados Online apresenta pauta de reivindicações
Renata Mariz, O Globo
O ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), recebeu o ator Alexandre Frota e integrantes do movimento intitulado Revoltados Online nesta quarta-feira, na sede do ministério. A informação foi publicada pelo blog Lauro Jardim, no site do GLOBO. Após a reunião, o grupo afirmou, em vídeo publicado nas redes sociais, que apresentou uma pauta de reivindicações sobre a educação.
— Viemos mostrar que nosso apoio é um apoio real ao ministro Mendonça — disse o ator no vídeo. — Será encaminhada, essa pauta, ao Temer.
Os integrantes do grupo disseram que uma de suas reivindicações é o fim da “doutrinação” em sala de aula. O encontro não constava na agenda oficial do ministro e foi tornado público pelos ativistas. O grupo também esteve no ministério da Cultura. Em abril, Frota protocolou um pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, agora afastada.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Conheça MARCELA TEMER, esposa do Presidente Michel Temer. Yes, nós temos uma Primeira-Dama!


https://youtu.be/f
WQQcDfrGJk?t=58

VOU BOTAR O CADEADO

Um bêbado chegou em frente ao Congresso Nacional e deixou sua bike.
O policial legislativo o chamou e disse:
–  O senhor não pode deixar sua bike ai! Aqui é o Congresso, onde passa a presidente, ministros, governadores, parlamentares entre outras autoridades.
O bêbado olhou pra ele e disse:
– Não se preocupe vou botar o cadeado.

CASAL MODERNO

Twitteiros comemorando o dia do sexo